Festival Promessas não atrai o público estimado
Aconteceu no último sábado, 10, a gravação do Festival Promessas. Organizado pela Rede Globo, o evento tinha a expectativa de reunir 200 mil pessoas no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro, mas apenas 10% do estimado compareceu para assistir as apresentações de nove cantores gospel.
O evento teve quase oito horas de duração, uma megaprodução foi realizada, com direito a painel de leads, luzes e som de primeira. Tudo isso para gravar um especial de Natal que terá duas horas e será transmitido no próximo domingo, 18 de dezembro.
De acordo com a coluna F5 da Folha de São Paulo o mau tempo e a ausência de outros nomes importantes da música evangélica como Aline Barros e Soraya Moraes, poderiam ter influenciado a baixa de público. Cerca de 20 mil pessoas compareceram no dia para assistir ao show.
Os artistas que participaram desta primeira festa evangélica organizada pela Globo foram: Pregador Luo, Eyshila, Damares, Ludmila Ferber, Regis Danese, Fernandinho, Fernanda Brum, Davi Sacer e Diante do Trono.
Fonte: Gospel Prime
Software secreto presente em milhões de celulares grava sites acessados e lê mensagens de texto
Aparelhos de diversas marcas rodam, nesse momento, um aplicativo que monitora e reporta tudo o que o usuário faz no celular. A descoberta foi feita pelo programador Trevor Eckhart, ainda em outubro, mas chega a público somente agora depois que ele conseguiu apoio da EFF, uma instituição que defende os direitos na era digital, nos Estados Unidos.
Chamado de CarrierIQ, o tal software secreto funciona no Android, iOS e em celulares das marcas Nokia e BlackBerry. A instalação dele não é opcional, e fica a critério de cada fabricante e operadora optar por utilizá-lo ou não. Uma vez que esteja rodando, o aplicativo — classificado como rootkit porque inicia a operação praticamente junto com o sistema operacional — salva informações sobre sites acessados, números discados e até mesmo SMS.
Com os dados compilados, essas informações são transmitidas para uma empresa chamada também CarrierIQ. Vão para os servidores, e a partir daí não se sabe o que a CarrierIQ faz com eles. A empresa limitou-se a dizer que oferece "inteligência móvel" para seus clientes (no caso, as operadoras de telefonia celular que contratam os serviços).
A CarrierIQ nega que seu software seja utilizado para espionar os usuários. Por sua vez, a Nokia dos EUA negou eu tenha tal aplicativo instalado em seus dispositivos. Entre os clientes da CarrierIQ estão operadoras dos Estados Unidos, da Europa e da Austrália. Nesse momento, todas têm enviado justificativas para adotar o aplicativo. A maioria diz que, dessa forma, pode usar estatísticas para melhorar os próprios serviços.
Via Daily Mail
Depois de “avivamento”, governo iraniano declara a guerra aos cristãos
A agência oficial de notícias Mehr, a ação se justifica por que “os missionários cristãos têm feito uma campanha milionária, com publicidade enganosa para que a opinião pública e a juventude (do Irã) se afaste dos ensinamentos do Islã“ .
O aiatolá Hadi Jahangosha também expressou sua preocupação com a ” expansão do cristianismo entre os jovens”, culpando a disponibilidade de literatura, programas cristãos de televisão por satélite e meios eletrônicos. “É responsabilidade de todos os cidadãos do Irã que façam algo sobre isso e cumpram seu papel na difusão do Islã puro, lutando contra as culturas falsas e distorcidas do Ocidente”.
Um representante do governo disse que as Bíblias confiscadas “foram produzidas com uma melhor qualidade de papel, em tamanho de livro de bolso.” E acrescentou que “o importante neste assunto é que a polícia, os juízes e os líderes religiosos devem estar cientes que os cristãos estão se fortalecendo para enfrentar o Islã, caso contrário, qual o sentido de terem produzido este grande número de Bíblias?”
O confisco das Bíblias revela uma crescente pressão sobre as igrejas cristãs, como ocorreu recentemente na cidade de Kerman, onde as autoridades locais destruíram uma das principais igrejas da cidade. Existe a preocupação de que os prédios das igrejas cristãs em outras cidades também possam ser atacados e destruídos em breve.
Os lideres das igrejas cristãs iranianas denunciam que o governo de Mahmoud Ahmadinejad está preocupado pelos relatos que muitos muçulmanos estão se convertendo ao cristianismo nos últimos anos. Estima-se que o país já tem pelo menos 100.000 cristãos, em comparação com aproximadamente 500 cristãos conhecidos em 1979, segundo estimativas dos próprios representantes dos grupos cristãos.
A recente prisão do pastor Yousef Nadarkhani chamou atenção do mundo todo para a falta de liberdade religiosa no Irã e a perseguição aos pastores locais. O caso de Yousef ficou conhecido e, depois de múltiplos apelos, ele foi livre da pena de morte. Contudo, outros líderes têm sido presos e executados sem que o assunto seja muito divulgado para evitar reações internacionais parecidas.
O regime do Irã também iniciou uma ofensiva aos sites em língua persa que falam sobre a fé cristã. Entre os sites mais afetados pelos ataques está a agência Mohabat News , que serve aos cristãos de fala persa do Irã e de países vizinhos. O ataques sobrecarregaram os servidores, durante três dias, tirando do ar vários sites. Esse tipo de ataque cibernético não é novidade, mas tem se tornado mais comuns recentemente.
Nada é feito em segredo. O Ministério da Segurança do Irã se vangloria em ter eliminado uma rede de Internet que, segundo as autoridades, “fazia propaganda antirreligiosa no ciberespaço”, referindo-se concretamente a sites cristãos. O Ministério informou ainda que foram detidas várias pessoas por sua suposta implicação nesta rede subterrânea; e que o governo estabeleceu um comitê especial para regular o acesso à Internet e monitorar aos usuários.
Com informações de Mohabat News
Fonte: Gospel Prime






